Ordens de fabrico e capacidade
Plano por máquina e por turno, com o efeito de uma encomenda urgente calculado na hora em vez de estimado. Quem decide vê o impacto antes de confirmar ao cliente.
Um ERP de mercado assume um modelo de produção. O problema é que quase nenhuma fábrica funciona exatamente como o modelo: há a exceção do cliente que exige um controlo extra, o produto que passa duas vezes pela mesma máquina, a subcontratação que entra a meio do processo.
O resultado é conhecido. Compra-se o ERP, personaliza-se até onde dá, e o resto continua em folhas de cálculo paralelas que ninguém consegue eliminar. A fábrica passa a ter dois sistemas de verdade e nenhum deles está completo.
O planeamento está numa folha, o controlo de qualidade noutra, e a rastreabilidade só existe em papel arquivado. Quando um cliente pergunta que material entrou num lote específico, alguém passa a manhã a procurar. E quando uma máquina pára, a decisão de reprogramar depende de quem tiver o quadro na cabeça.
O objetivo não é digitalizar tudo ao mesmo tempo. É pôr sob controlo os pontos onde hoje se perde margem sem se saber porquê.
Plano por máquina e por turno, com o efeito de uma encomenda urgente calculado na hora em vez de estimado. Quem decide vê o impacto antes de confirmar ao cliente.
Apontamento de produção, tempos e paragens registados no posto, com interface pensada para quem tem as mãos ocupadas e não para quem está ao computador.
Planos de controlo por produto, registo de não conformidades com fotografia e ação corretiva associada, e histórico pesquisável por lote ou por cliente.
Material, tempo de máquina e mão de obra imputados à ordem à medida que acontecem, para a margem ser conhecida no fim da produção e não no fim do trimestre.
Um ERP de produção não vive isolado. Liga-se à contabilidade, à faturação e, quando existem, aos equipamentos que já produzem dados.
Um sistema de produção é crítico: se parar, a fábrica pára. Por isso a entrega inclui o que é preciso para não ficar dependente de ninguém.
Nunca tudo de uma vez. Começa-se pelo módulo que resolve a dor mais cara e alarga-se com a fábrica já a usar.
Percebemos o fluxo de produção real, onde estão as folhas de cálculo e o que custa mais caro não ter sob controlo.
Acompanhamento do processo na fábrica, com quem produz. Protótipo dos ecrãs de chão de fábrica antes de código. Âmbito e investimento fechados.
Construção e entrada em produção do módulo escolhido, com demonstrações a cada 2 semanas e testes com ordens de fabrico reais.
Alargamento a planeamento, qualidade ou custos, com a fábrica já a usar o primeiro módulo e a dar retorno sobre ele.
Referências à partida. O valor exato fecha na proposta, depois do levantamento, e não muda a meio do caminho.
25.000€ a 45.000€
Um módulo em produção, tipicamente ordens de fabrico com apontamento de chão de fábrica, integrado com a faturação. 10 a 16 semanas.
45.000€ a 100.000€
Planeamento, qualidade, rastreabilidade e custos, com integração aos equipamentos existentes. 16 a 32 semanas.
Sob proposta
Os primeiros 3 meses de suporte estão incluídos. Depois, acompanhamento com prioridade de resposta acordada.
Diagnóstico gratuito, sem compromisso. Analisamos o seu processo e devolvemos um plano com âmbito, prazo e investimento. Resposta em 48h úteis, com NDA incluído por defeito.
Dois minutos para nos dizer o essencial. Respondemos em 48h úteis com uma primeira leitura do seu caso e, se fizer sentido, uma proposta de sessão.
Cada vertical tem desafios próprios. Veja como abordamos outros setores onde temos experiência comprovada.