Do orçamento ao controlo, sem reescrever
O orçamento aprovado passa a ser a base do controlo de custos, com articulados e capítulos mantidos. Não é preciso alguém reconstruir a estrutura numa folha à parte.
Num ERP normal, o centro é o produto ou o cliente. Na construção, o centro é a obra: cada uma tem o seu orçamento, os seus autos, os seus subempreiteiros, os seus prazos e a sua margem. Duas obras do mesmo tipo raramente correm da mesma maneira.
É por isso que quase todas as empresas do setor acabam com o mesmo arranjo: um programa de faturação, um de contabilidade, e o verdadeiro controlo de obra numa folha de cálculo que só uma pessoa sabe manter. Funciona até a empresa ter obras a mais para caber na cabeça dessa pessoa.
O orçamento foi feito com um custo previsto. Durante a obra entram trabalhos a mais, subempreitadas que derrapam e horas que ninguém contabilizou direito. Quando as contas fecham, três meses depois, já não há nada a fazer. E a obra seguinte é orçamentada com os mesmos pressupostos, porque o desvio real nunca chegou a ser medido.
O objetivo não é digitalizar a empresa inteira. É pôr sob controlo o que decide a margem: orçamento contra custo real, medido enquanto a obra ainda decorre.
O orçamento aprovado passa a ser a base do controlo de custos, com articulados e capítulos mantidos. Não é preciso alguém reconstruir a estrutura numa folha à parte.
Material, mão de obra e subempreitada imputados à obra e à frente à medida que acontecem, com o desvio face ao orçamento visível durante a execução.
Os autos de medição saem do que foi executado e registado, com histórico de quantidades e revisões. Discutir um auto deixa de ser um exercício de memória.
Registo de horas por trabalhador e por frente feito no local, com interface simples, para os custos entrarem no sistema no próprio dia.
Não substituímos a contabilidade nem a faturação. Ligamo-nos a elas, para que o controlo de obra e a parte financeira deixem de ser dois mundos separados.
Num setor onde as discussões contratuais são frequentes, o valor de um sistema está tanto no controlo como na prova que deixa.
Começa-se por uma obra piloto, não pela empresa toda. É a única forma de perceber o que o sistema tem de fazer antes de o alargar.
Percebemos como orçamenta, como controla custos hoje e onde a margem se perde sem se perceber. Sai daqui por onde começar.
Acompanhamento de uma obra real, do orçamento ao auto, com quem faz o trabalho. Protótipo dos ecrãs de estaleiro antes de código.
Sistema em uso numa obra, a correr em paralelo com o método atual, até os números baterem certo com os da folha de cálculo.
Restantes obras e módulos adicionais, com a equipa já habituada e com o processo validado no terreno.
Referências à partida. O valor exato fecha na proposta, depois do levantamento, e não muda a meio do caminho.
25.000€ a 45.000€
Orçamento, custos por frente, horas de equipa e integração com a faturação. 10 a 16 semanas.
45.000€ a 90.000€
O anterior mais autos de medição, subempreitadas, compras e aplicação de estaleiro. 16 a 28 semanas.
Sob proposta
Os primeiros 3 meses de suporte estão incluídos. Depois, acompanhamento conforme a empresa cresce em número de obras.
Diagnóstico gratuito, sem compromisso. Analisamos o seu processo e devolvemos um plano com âmbito, prazo e investimento. Resposta em 48h úteis, com NDA incluído por defeito.
Dois minutos para nos dizer o essencial. Respondemos em 48h úteis com uma primeira leitura do seu caso e, se fizer sentido, uma proposta de sessão.
Cada vertical tem desafios próprios. Veja como abordamos outros setores onde temos experiência comprovada.