Quem entra, e o que pode fazer lá dentro
Autenticação ligada às contas Microsoft 365 ou Google que a empresa já usa, com permissões por perfil e por área. Cada pessoa vê o que lhe compete e fica registo de quem consultou ou alterou o quê.
Quem construiu um protótipo funcional com ChatGPT, Claude Code ou Codex já provou a parte mais difícil: que a ideia resolve um problema real. Levamos essa aplicação a produção com autenticação, dados reais e integração, e o código fica na posse da sua empresa.
Cada vez mais equipas constroem as suas próprias aplicações com ChatGPT, Claude Code, Codex ou Gemini, e isso é uma boa notícia. Em vez de levar a quem decide um documento com uma proposta de melhoria, levam o processo a funcionar, com dados à frente e resultados à vista. É a forma mais rápida que existe hoje de validar uma visão de negócio, e quem o faz está a fazer o trabalho certo.
O que falta a seguir não é reescrever o que já funciona. É a camada que nenhum protótipo tem, porque não é para isso que serve: autenticação e permissões por perfil, dados reais em vez de dados de teste, ligação ao ERP ou ao CRM, cópias de segurança, testes e registo do que aconteceu quando alguém diz que deu erro. Pegamos no que já existe e acrescentamos essa camada, com o código, a base de dados e a infraestrutura a ficarem na posse da sua empresa.
A apresentação funcionou, a direção deu luz verde e, a partir daí, as perguntas mudaram de natureza. Quem pode entrar? Onde ficam os dados? O que acontece se isto falhar numa terça-feira de manhã? Quem responde se um cliente aparecer no ecrã de outro? São perguntas legítimas e nenhuma delas é sobre a ideia, que já foi provada. São sobre a base que a aplicação precisa de ter para ser usada por toda a empresa, e essa base não se constrói na mesma sessão em que se constrói o protótipo.
Não se recomeça nada. Acrescenta-se ao que já funciona aquilo que falta para dez, cinquenta ou duzentas pessoas usarem a aplicação todos os dias sem sobressaltos.
Autenticação ligada às contas Microsoft 365 ou Google que a empresa já usa, com permissões por perfil e por área. Cada pessoa vê o que lhe compete e fica registo de quem consultou ou alterou o quê.
Base de dados própria, com migrações versionadas para o modelo poder mudar sem partir o que já lá está. O que existe no protótipo é migrado, e as cópias de segurança são testadas com um restauro e não apenas configuradas.
A aplicação deixa de trabalhar sobre exportações manuais e passa a ler e escrever nos sistemas onde os dados vivem, com tratamento de erros para quando o sistema do outro lado não responde.
As chaves que ficaram dentro do código durante o protótipo passam para um gestor de segredos e as que circularam são substituídas. Junta-se monitorização, registo de utilização, testes automáticos nos fluxos que não podem falhar e um ambiente de testes separado do ambiente real.
Uma aplicação em produção só vale o que valem as suas ligações. Ligamo-nos ao que já existe na empresa, incluindo o que corre em servidor próprio e não tem uma API moderna, e mantemos as ferramentas que o protótipo já usa sempre que fizer sentido.
A aplicação nasceu dentro da sua empresa e é para lá que volta. Não fica dependente de nós, nem de contas nossas, nem de uma só pessoa saber como aquilo funciona por dentro.
Começa-se pelo que já existe. A primeira coisa que fazemos é ver a aplicação a funcionar como ela está, em vez de desenhar outra no papel.
Vemos a aplicação a funcionar, quem a usa hoje e o que já ficou validado. Sai daqui o que falta para entrar em produção e por que ordem. Sem compromisso de avançar.
Analisamos o código, o modelo de dados, as integrações e as credenciais que existem. No fim, o âmbito, o prazo e o investimento ficam fechados, com o que se aproveita e o que se acrescenta identificado ponto por ponto.
A aplicação passa a correr em infraestrutura da sua empresa, com autenticação, permissões, cópias de segurança, registo de utilização e uma integração real. Quem já a usava continua a trabalhar durante a passagem.
Mais equipas, mais módulos, ligação aos restantes sistemas, testes automáticos nos fluxos críticos e os requisitos de conformidade que a empresa tiver. A evolução passa a acompanhar o ritmo do negócio.
Referências à partida. O valor exato fecha na proposta, depois do levantamento, e não muda a meio do caminho. O diagnóstico é gratuito e sem compromisso.
7.500€ a 15.000€
A aplicação que já existe passa a correr em infraestrutura da empresa, com autenticação, permissões por perfil, cópias de segurança, registo de utilização e uma integração real. Inclui a revisão das credenciais que quase sempre ficaram dentro do código. 4 a 8 semanas.
15.000€ a 35.000€
Modelo de dados estabilizado com migrações, ligação ao ERP, ao CRM ou à base de dados de produção, migração do que já está no protótipo, testes automáticos nos fluxos que não podem falhar, monitorização e ambiente de testes separado do ambiente real. 8 a 14 semanas.
A partir de 35.000€
Os primeiros 3 meses de suporte estão incluídos nos escalões anteriores. Depois, alargamento a mais equipas e mais módulos, requisitos de conformidade mais exigentes, volume e disponibilidade.
Diagnóstico gratuito, sem compromisso. Analisamos o seu processo e devolvemos um plano com âmbito, prazo e investimento. Resposta em 48h úteis, com NDA incluído por defeito.
Dois minutos para nos dizer o essencial. Respondemos em 48h úteis com uma primeira leitura do seu caso e, se fizer sentido, uma proposta de sessão.
Cada vertical tem desafios próprios. Veja como abordamos outros setores onde temos experiência comprovada.