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Aplicações e protótipos feitos com IA, levados a produção em condições

Quem construiu um protótipo funcional com ChatGPT, Claude Code ou Codex já provou a parte mais difícil: que a ideia resolve um problema real. Levamos essa aplicação a produção com autenticação, dados reais e integração, e o código fica na posse da sua empresa.

O que muda entre um protótipo que convence e uma aplicação em produção

Cada vez mais equipas constroem as suas próprias aplicações com ChatGPT, Claude Code, Codex ou Gemini, e isso é uma boa notícia. Em vez de levar a quem decide um documento com uma proposta de melhoria, levam o processo a funcionar, com dados à frente e resultados à vista. É a forma mais rápida que existe hoje de validar uma visão de negócio, e quem o faz está a fazer o trabalho certo.

O que falta a seguir não é reescrever o que já funciona. É a camada que nenhum protótipo tem, porque não é para isso que serve: autenticação e permissões por perfil, dados reais em vez de dados de teste, ligação ao ERP ou ao CRM, cópias de segurança, testes e registo do que aconteceu quando alguém diz que deu erro. Pegamos no que já existe e acrescentamos essa camada, com o código, a base de dados e a infraestrutura a ficarem na posse da sua empresa.

O que acrescentamos ao que já existe

  • Identidade e permissões: cada pessoa entra com a conta que já usa na empresa e vê apenas o que lhe compete, com registo de quem fez o quê.
  • Dados a sério: modelo de dados estabilizado com migrações, base de dados própria, cópias de segurança testadas e migração do que já está no protótipo.
  • Ligação e operação: integração com o ERP, o CRM ou a base de dados de produção, monitorização, alertas e um ambiente de testes separado do ambiente real.

O problema: a demonstração correu bem e a entrada em produção ficou parada

A apresentação funcionou, a direção deu luz verde e, a partir daí, as perguntas mudaram de natureza. Quem pode entrar? Onde ficam os dados? O que acontece se isto falhar numa terça-feira de manhã? Quem responde se um cliente aparecer no ecrã de outro? São perguntas legítimas e nenhuma delas é sobre a ideia, que já foi provada. São sobre a base que a aplicação precisa de ter para ser usada por toda a empresa, e essa base não se constrói na mesma sessão em que se constrói o protótipo.

Sinais de que está neste ponto

  • A aplicação corre no computador de alguém, ou numa conta pessoal de um serviço externo, e os dados são de teste ou uma cópia exportada há três meses.
  • As chaves de acesso ao ERP, ao email ou ao modelo de IA estão escritas dentro do código.
  • Todos entram com a mesma palavra-passe e, quando alguém diz que deu erro, não existe registo nenhum para consultar.
  • O departamento de informática travou a entrada em produção, e com razão.

O que passa a estar sob controlo

Não se recomeça nada. Acrescenta-se ao que já funciona aquilo que falta para dez, cinquenta ou duzentas pessoas usarem a aplicação todos os dias sem sobressaltos.

Acessos

Quem entra, e o que pode fazer lá dentro

Autenticação ligada às contas Microsoft 365 ou Google que a empresa já usa, com permissões por perfil e por área. Cada pessoa vê o que lhe compete e fica registo de quem consultou ou alterou o quê.

Dados

Dados reais, com o modelo estabilizado

Base de dados própria, com migrações versionadas para o modelo poder mudar sem partir o que já lá está. O que existe no protótipo é migrado, e as cópias de segurança são testadas com um restauro e não apenas configuradas.

Integrações

Ligação ao ERP, ao CRM e ao resto do que já existe

A aplicação deixa de trabalhar sobre exportações manuais e passa a ler e escrever nos sistemas onde os dados vivem, com tratamento de erros para quando o sistema do outro lado não responde.

Operação

Credenciais, registo e um sítio para testar

As chaves que ficaram dentro do código durante o protótipo passam para um gestor de segredos e as que circularam são substituídas. Junta-se monitorização, registo de utilização, testes automáticos nos fluxos que não podem falhar e um ambiente de testes separado do ambiente real.

Com o que já usa

Uma aplicação em produção só vale o que valem as suas ligações. Ligamo-nos ao que já existe na empresa, incluindo o que corre em servidor próprio e não tem uma API moderna, e mantemos as ferramentas que o protótipo já usa sempre que fizer sentido.

  • ERP e faturação: Primavera, PHC, Sage e Moloni, incluindo instalações locais
  • Autenticação da empresa: Microsoft 365, Google Workspace e Active Directory
  • Bases de dados de produção: SQL Server, PostgreSQL, MySQL e Oracle
  • Modelos de IA já usados pelo protótipo: OpenAI, Anthropic, Google e alternativas alojadas na União Europeia
  • Serviços e infraestrutura do protótipo, como Supabase, Firebase, Vercel, Make ou n8n, mantidos ou migrados para Azure, Google Cloud, AWS ou servidor próprio conforme a decisão técnica justificar

Posse e continuidade

A aplicação nasceu dentro da sua empresa e é para lá que volta. Não fica dependente de nós, nem de contas nossas, nem de uma só pessoa saber como aquilo funciona por dentro.

  • Código, base de dados e infraestrutura na posse da sua empresa, em repositórios e contas suas.
  • Registo de utilização e de alterações, com data e autor, para quando é preciso perceber o que aconteceu.
  • Permissões por perfil, definidas com quem é responsável por cada área e não assumidas por nós.
  • Dados alojados na União Europeia, com cópias de segurança testadas por restauro.
  • Documentação técnica e formação incluídas, para quem construiu a aplicação e para a equipa interna poderem continuar a evoluí-la.

Como se implementa

Começa-se pelo que já existe. A primeira coisa que fazemos é ver a aplicação a funcionar como ela está, em vez de desenhar outra no papel.

  1. 01

    Diagnóstico

    Sessão de 30 a 45 minutos, gratuita

    Vemos a aplicação a funcionar, quem a usa hoje e o que já ficou validado. Sai daqui o que falta para entrar em produção e por que ordem. Sem compromisso de avançar.

  2. 02

    Levantamento técnico

    1 a 2 semanas

    Analisamos o código, o modelo de dados, as integrações e as credenciais que existem. No fim, o âmbito, o prazo e o investimento ficam fechados, com o que se aproveita e o que se acrescenta identificado ponto por ponto.

  3. 03

    Primeira versão em produção

    4 a 8 semanas

    A aplicação passa a correr em infraestrutura da sua empresa, com autenticação, permissões, cópias de segurança, registo de utilização e uma integração real. Quem já a usava continua a trabalhar durante a passagem.

  4. 04

    Escala e evolução

    Conforme o âmbito

    Mais equipas, mais módulos, ligação aos restantes sistemas, testes automáticos nos fluxos críticos e os requisitos de conformidade que a empresa tiver. A evolução passa a acompanhar o ritmo do negócio.

Investimento

Referências à partida. O valor exato fecha na proposta, depois do levantamento, e não muda a meio do caminho. O diagnóstico é gratuito e sem compromisso.

Primeira versão em produção

7.500€ a 15.000€

A aplicação que já existe passa a correr em infraestrutura da empresa, com autenticação, permissões por perfil, cópias de segurança, registo de utilização e uma integração real. Inclui a revisão das credenciais que quase sempre ficaram dentro do código. 4 a 8 semanas.

Escala e integração

15.000€ a 35.000€

Modelo de dados estabilizado com migrações, ligação ao ERP, ao CRM ou à base de dados de produção, migração do que já está no protótipo, testes automáticos nos fluxos que não podem falhar, monitorização e ambiente de testes separado do ambiente real. 8 a 14 semanas.

Evolução contínua

A partir de 35.000€

Os primeiros 3 meses de suporte estão incluídos nos escalões anteriores. Depois, alargamento a mais equipas e mais módulos, requisitos de conformidade mais exigentes, volume e disponibilidade.

Perguntas frequentes sobre levar aplicações feitas com IA a produção

Vale a pena, e é o ponto de partida. O protótipo carrega decisões que ninguém consegue reconstituir a partir de um documento: que ecrãs a equipa usa mesmo, que casos existem na prática, o que a direção aprovou ao ver aquilo a funcionar. Mantemos a solução e o desenho validados e trabalhamos sobre o código que já existe. Se houver partes a substituir, dizemos quais e explicamos porquê antes de mexer.
Sim, e faz diferença. Quem a construiu é quem melhor conhece as regras de negócio que estão lá dentro, e essas regras valem mais do que qualquer especificação escrita depois. Trabalhamos com essa pessoa ou equipa, e deixamos documentação e formação para que a evolução possa continuar internamente.
É comum e resolve-se. Num protótipo, ter a chave no código é o caminho mais curto para ver a ideia a funcionar, e nessa fase faz sentido. Antes da entrada em produção passamos as credenciais para um gestor de segredos, revogamos e substituímos as que circularam e limpamos o histórico do repositório. É trabalho de dias, não de semanas.
Muitas vezes sim. Supabase, Firebase, Vercel, Make ou n8n aguentam produção em muitos cenários, e trocar por trocar só adiciona risco. Onde propomos mudança é quando há uma razão concreta, como um requisito de alojamento na União Europeia, um custo que cresce mal com o volume ou uma integração que aquele serviço não consegue fazer. A razão vai sempre escrita na proposta.
A primeira versão costuma levar 4 a 8 semanas, depois de 1 a 2 semanas de levantamento. Se a aplicação já está a ser usada por um grupo pequeno, é habitual conseguir-se uma passagem por fases: os utilizadores atuais continuam a trabalhar enquanto os acessos, os dados e as integrações mudam para a versão definitiva.
Acontece, e não é uma falha de quem a fez. Um protótipo é otimizado para provar uma ideia depressa, não para cinquenta pessoas o usarem ao mesmo tempo com dados reais. No levantamento dizemos com clareza o que se aproveita como está, o que se refaz e qual é o custo de cada opção. A decisão é sua e nunca aparece como surpresa a meio do projeto.
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